Notícias

Pesquisa científica transforma teoria em prática

04/06/2013 - 19:00

Foto:

Desenvolver soluções que podem melhorar o dia a dia das pessoas. É com essa diretriz que cada vez mais estudantes se engajam na produção de trabalhos de iniciação científica.

As formadas em psicologia pela Universidade São Judas Tadeu, Milena Rosa e Barbara Belamio são exemplos desse cenário. Elas decidiram ampliar os conceitos aprendidos em aula por meio de uma pesquisa de campo para conhecer a atuação do psicólogo no centro de atenção psicossocial infantil de uma região de São Paulo.

“Entrevistamos os profissionais do centro e a partir disso desenvolvemos os eixos de saúde pública e reforma psiquiátrica, voltado para pessoas com problemas mentais”, explicou uma das autoras do projeto, Milena.

O trabalhou de conclusão de curso rendeu às estudantes a premiação na categoria “trabalhos em andamento” do último Congresso Nacional de Iniciação Científica (CONIC), organizado pelo SEMESP, em novembro do ano passado.

Além da importância para o currículo, o projeto de iniciação científica serve como ponte para cursar especializações, como a de mestrado. “O trabalho, juntamente com a premiação no CONIC, vão mostrar o interesse que tenho em pesquisa, facilitando a entrada para o mestrado”, afirma Milena.

Os estudantes que pretendem fazer um projeto de iniciação científica contam com o apoio de um professor orientador. Esse foi o papel exercido pela professora de psicologia, Claudia Gil, no trabalho de Milena e Barbara.

Para a orientadora, o projeto científico é fundamental na formação do aluno, já que ele passa do papel passivo para o ativo na produção do conhecimento. “O estudante cria visão crítica e favorece a formação de pessoas que podem ser agentes de mudanças importantes no nosso meio”, disse Claudia.

Segundo a professora Claudia, quem está interessado em produzir esse tipo de trabalho deve ter, primeiramente, uma inquietação sobre algo. A partir disso, o estudante precisa detectar o tema que ele tem interesse em trabalhar. O orientador irá avaliar se o assunto tem viabilidade científica, além de ajudar nos princípios metodológicos da pesquisa.

“Geralmente, as ideias para compor esse tipo de trabalho nascem das questões práticas que os estudantes vivenciam no estágio e no dia a dia”, afirmou.

Assessoria de Comunicação AEMS

conteudo auxiliar