
Parabéns aos acadêmicos, professores e funcionários por sua participação nas atividades da CPA. Somente com a participação consciente e sincera de todos, poderemos identificar a realidade da Instituição e assim contribuir para o acerto e adequação das decisões de investimento, gestão e aprimoramento pedagógico das nossas atividades educacionais. Aguardamos suas sugestões pelo e-mail cpa@aems.edu.br !
O QUE É A CPA
DA AEMS?
A CPA é a Comissão Própria de Avaliação das Faculdades Integradas de Três Lagoas – AEMS, instituída conforme as diretrizes do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior – SINAES, nos termos da Lei nº 10.861/2004.
A CPA é composta por representantes dos segmentos docente, discente e técnico-administrativo, bem como por representante da sociedade civil organizada, observada a vedação de maioria absoluta de qualquer segmento, conforme as diretrizes do SINAES.
Sua finalidade é conduzir, acompanhar e sistematizar os processos de autoavaliação institucional, contribuindo para o aprimoramento contínuo da qualidade do ensino, da pesquisa, da extensão, da gestão acadêmica e administrativa, bem como da formação oferecida pela Instituição.
Os instrumentos de avaliação elaborados pela CPA, como questionários e demais formas de consulta à comunidade acadêmica, constituem importantes ferramentas de diagnóstico e planejamento institucional. Por meio deles, é possível identificar potencialidades, fragilidades e necessidades de melhoria nos diferentes setores da AEMS.
Dessa forma, a CPA contribui para que a Instituição desenvolva ações mais efetivas, promova investimentos adequados e fortaleça seu compromisso com a qualidade da educação superior, a participação da comunidade acadêmica e a melhoria permanente dos serviços educacionais prestados.
COMO A INSTITUIÇÃO É AVALIADA?
A avaliação da instituição ocorre por meio dos processos previstos no Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior - SINAES, bem como por ações internas de autoavaliação conduzidas pela Comissão Própria de Avaliação - CPA.
A CPA elabora e aplica, periodicamente, instrumentos de avaliação, como questionários destinados aos diferentes segmentos da comunidade acadêmica, incluindo direção, coordenações, docentes, técnico administrativos e estudantes. Esses instrumentos permitem acompanhar o cumprimento da missão institucional, das políticas acadêmicas e administrativas e dos objetivos previstos no planejamento institucional.
A autoavaliação contribui para que a comunidade interna da AEMS reflita sobre seu projeto acadêmico institucional, identifique potencialidades, reconheça fragilidades e proponha ações de melhoria contínua. A comunidade externa, por sua vez, tem acesso às informações institucionais de forma transparente, especialmente quanto aos avanços, desafios e compromissos assumidos pela instituição em relação à qualidade da educação superior.
De acordo com a Lei nº 10.861/2004, o SINAES é composto por três processos principais de avaliação:
a) Avaliação das instituições de educação superior;
b) Avaliação dos cursos de graduação;
c) Avaliação do desempenho dos estudantes, realizada por meio do Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes — Enade, conforme as diretrizes vigentes do Inep/MEC.
Embora façam parte de um mesmo sistema, esses processos ocorrem em momentos distintos e utilizam instrumentos próprios, articulados entre si, com a finalidade de promover a melhoria da qualidade da educação superior, orientar a expansão da oferta, fortalecer a responsabilidade social institucional e subsidiar decisões acadêmicas e administrativas.
Os instrumentos de avaliação desenvolvidos pela CPA das Faculdades Integradas de Três Lagoas — AEMS constituem importantes ferramentas de planejamento educacional. Seus resultados auxiliam na melhoria da qualidade da formação acadêmica, da produção do conhecimento, das ações de extensão e dos serviços institucionais.
Além disso, a análise dos dados permite identificar áreas que necessitam de maior atenção, investimento ou reestruturação, indicando os setores que demandam melhorias. Todo o processo deve observar os princípios da transparência, da ética, da participação coletiva e da proteção dos dados pessoais dos respondentes, conforme a legislação vigente.
COMPOSIÇÃO
Art.2º - A Comissão Própria de Avaliação da AEMS é órgão autônomo, diretamente vinculado à
Diretoria Geral das Faculdades Integradas de Três Lagoas e terá a seguinte composição:
PROF. PAULO CESAR
FERREIRA
COORDENADOR
PROFA. PATRÍCIA
TOZZO DE MATOS MERCADANTE
REPRES. CORPO DOCENTE
FABIANO FREITAS
DOS SANTOS
REPRES. CORPO TECNICO
ADMINISTRATIVO
LUZIANE ALBUQUERQUE
REPRES. CORPO TECNICO
ADMINISTRATIVO
THAÍS FERNANDA DE
LIMA COSTANTINO
REPRES. CORPO DISCENTE
VICTOR LUÍS DE MAGALHÃES
REPRES. CORPO DISCENTE
SILVANIA DE
FATIMA BERSANI
REPRES. DA SOCIEDADE CIVIL
DIMENSÕES AVALIADAS PELA
CPA DA AEMS
A avaliação engloba dimensões como ensino, produção acadêmica, extensão e gestão universitária, e seus índices são expressos quantitativa e qualitativamente. As dimensões avaliadas são:
1. Missão, Plano de Desenvolvimento Institucional
2. Políticas para o Ensino, a Pesquisa, a Pós-graduação, a Extensão.
3. Responsabilidade social da instituição, considerada especialmente no que se refere à sua contribuição em relação à inclusão social e ao desenvolvimento econômico e social.
4. Comunicação com a sociedade.
5. Políticas de pessoal, de carreiras do corpo docente e corpo técnico-administrativo e as condições de trabalho.
6. Organização e gestão da instituição.
7. Infra-estrutura física, especialmente a de ensino e de pesquisa, biblioteca, recursos de informação e comunicação.
8. Planejamento e avaliação, especialmente em relação aos processos, resultados e eficácia da auto-avaliação institucional.
9. Políticas de atendimento aos estudantes.
10. Sustentabilidade financeira, tendo em vista o significado social da continuidade dos compromissos na oferta da educação superior.
EXEMPLOS DE RESULTADOS DAS
DIMENSÕES AVALIADAS
DIMENSÃO 1
Missão e Plano de Desenvolvimento Institucional.
A partir das informações e dos resultados sistematizados pela Comissão Própria de Avaliação - CPA, em consonância com os processos de autoavaliação institucional previstos no Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior - SINAES, foi possível fortalecer o trabalho integrado entre discentes, docentes, técnicos administrativos e dirigentes. Esse processo contribuiu para a identificação das características sociais, econômicas e culturais do corpo discente e da região de inserção das Faculdades Integradas de Três Lagoas - AEMS, subsidiando o aprimoramento da missão institucional e sua articulação com o Plano de Desenvolvimento Institucional — PDI.
Nesse contexto, a missão da AEMS expressa o compromisso institucional de “contribuir para a ascensão social de seus formandos, mediante a oferta de educação superior voltada à formação de profissionais competentes nas diferentes áreas do conhecimento, socialmente comprometidos, éticos e aptos ao contínuo aperfeiçoamento científico e profissional”.
A definição e a constante revisão dessa missão evidenciam a preocupação da Instituição com a qualidade acadêmica, a responsabilidade social, a formação cidadã e o desenvolvimento regional. Também demonstram a utilização dos resultados da autoavaliação como instrumento de gestão, planejamento e melhoria contínua, em conformidade com as diretrizes legais e regulatórias da educação superior.
Em decorrência dessa trajetória de acompanhamento, avaliação e aperfeiçoamento institucional, na última avaliação institucional externa realizada pelo Ministério da Educação, a AEMS obteve Conceito Institucional 4, em escala de 1 a 5, resultado que evidencia a adequação de suas políticas institucionais, a efetividade de seu planejamento e o compromisso com a oferta de educação superior de qualidade.
DIMENSÃO 2
Políticas para o Ensino, a Pesquisa, a Pós-Graduação e a Extensão.
Em consonância com sua filosofia institucional de busca permanente pela qualidade acadêmica, pela formação integral dos estudantes e pelo aperfeiçoamento contínuo de seus processos formativos, a Instituição promove a revisão e a atualização periódica de seus documentos institucionais, especialmente o Regimento Geral, o Plano de Desenvolvimento Institucional - PDI - e os Projetos Pedagógicos dos Cursos - PPCs.
Essas atualizações consideram os resultados obtidos nos processos de autoavaliação institucional, bem como os relatórios de avaliações externas realizadas pelos órgãos competentes, com o objetivo de aprimorar as condições de oferta do ensino de graduação, da pesquisa, da extensão, dos cursos de pós-graduação e das demais atividades acadêmicas desenvolvidas pela Instituição.
No âmbito das políticas acadêmicas, a Instituição busca assegurar que seus cursos estejam alinhados às Diretrizes Curriculares Nacionais, às normas educacionais vigentes, às demandas sociais contemporâneas e à formação ética, científica, técnica, humanística e cidadã dos estudantes. Para isso, realiza adequações curriculares e pedagógicas sempre que necessário, promovendo a articulação entre teoria e prática, ensino, pesquisa e extensão, responsabilidade social, ética profissional e compromisso com a realidade brasileira.
A organização curricular dos cursos observa os dispositivos legais aplicáveis à educação superior, incluindo a adequada composição da carga horária, a definição de hora aula e hora relógio, os critérios de integralização curricular e os parâmetros estabelecidos pelo Parecer CNE/CES nº 261/2006, bem como demais normativas pertinentes ao funcionamento dos cursos superiores.
A Instituição atende à Resolução CNE/CES nº 7, de 18 de dezembro de 2018, que estabelece as Diretrizes para a Extensão na Educação Superior Brasileira, por meio da implantação de projetos de curricularização da extensão em todos os cursos de graduação, de acordo com seus respectivos Projetos Pedagógicos. As atividades extensionistas integram, no mínimo, 10% da carga horária curricular estudantil, compondo as matrizes curriculares dos cursos e promovendo a interação transformadora entre a Instituição e a sociedade.
Os projetos de curricularização da extensão são planejados de forma articulada ao ensino, à pesquisa e às demandas da comunidade, favorecendo a formação cidadã, a responsabilidade social, a interdisciplinaridade e a aplicação do conhecimento acadêmico em situações reais. Essas atividades são desenvolvidas sob supervisão docente, com acompanhamento, registro e avaliação institucional, de modo a assegurar sua efetividade acadêmica e social.
A Instituição atende ao Decreto nº 5.626, de 22 de dezembro de 2005, que regulamenta a Lei nº 10.436/2002 e dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais — Libras, assegurando sua inserção na estrutura curricular dos cursos, conforme a natureza, a legislação específica e o Projeto Pedagógico de cada curso. Dessa forma, a Libras é contemplada como componente curricular obrigatório nos cursos em que a legislação assim determina e ofertada nos demais cursos conforme a organização curricular institucional, contribuindo para a acessibilidade comunicacional, a inclusão e a formação de profissionais sensíveis à diversidade linguística e cultural da comunidade surda.
No que se refere à acessibilidade e à inclusão, a Instituição atende às condições de acessibilidade para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, conforme disposto na Constituição Federal de 1988, especialmente em seus artigos 205, 206 e 208, na Lei nº 10.098/2000, no Decreto nº 5.296/2004, no Decreto nº 6.949/2009, no Decreto nº 7.611/2011, na Portaria MEC nº 3.284/2003 e na NBR 9050 da ABNT, em sua versão vigente. Tais dispositivos orientam a adoção de medidas voltadas à eliminação de barreiras arquitetônicas, urbanísticas, comunicacionais, pedagógicas, metodológicas, instrumentais, digitais e atitudinais.
Nesse sentido, a Instituição busca assegurar condições de acesso, permanência, participação e aprendizagem aos estudantes com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento, altas habilidades/superdotação, mobilidade reduzida e demais necessidades educacionais específicas, por meio de recursos de acessibilidade, apoio pedagógico, adequações razoáveis, atendimento educacional especializado quando necessário e práticas institucionais voltadas à inclusão.
A Instituição também atende às normas de proteção dos direitos da pessoa com Transtorno do Espectro Autista — TEA, em conformidade com a Lei nº 12.764/2012, regulamentada pelo Decreto nº 8.368/2014, bem como com os princípios da Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência. Dessa forma, busca promover práticas acadêmicas inclusivas, respeito às singularidades dos estudantes, eliminação de barreiras e garantia de condições adequadas de participação, aprendizagem e desenvolvimento no ambiente educacional.
A inserção de temas transversais e socialmente relevantes nos processos formativos constitui diretriz institucional. Assim, os cursos contemplam, de forma transversal, interdisciplinar e contextualizada, conteúdos relacionados à diversidade, inclusão social, acessibilidade, direitos humanos, educação ambiental, sustentabilidade, ética, cidadania, responsabilidade social, relações étnico-raciais e valorização da história e cultura afro-brasileira, africana e indígena.
No campo da educação ambiental, a Instituição atende à Lei nº 9.795, de 27 de abril de 1999, que institui a Política Nacional de Educação Ambiental, e ao Decreto nº 4.281, de 25 de junho de 2002, que a regulamenta. Dessa forma, promove a abordagem da educação ambiental de maneira integrada aos programas educacionais, às práticas pedagógicas, aos projetos de extensão, às ações de responsabilidade social e às atividades acadêmicas, contribuindo para a formação de sujeitos conscientes, críticos e comprometidos com a sustentabilidade e com a preservação do meio ambiente.
Quanto à Educação das Relações Étnico-Raciais e ao Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira, Africana e Indígena, a Instituição observa a Lei nº 9.394/1996, com as alterações promovidas pelas Leis nº 10.639/2003 e nº 11.645/2008, bem como a Resolução CNE/CP nº 1/2004, fundamentada no Parecer CNE/CP nº 3/2004. Essas diretrizes orientam a valorização da diversidade étnico-racial, o enfrentamento ao racismo, o reconhecimento da contribuição dos povos africanos, afro-brasileiros e indígenas para a formação da sociedade brasileira e a promoção de uma educação comprometida com a equidade e a justiça social.
A Instituição também atende às Diretrizes Nacionais para a Educação em Direitos Humanos, conforme disposto no Parecer CNE/CP nº 8, de 6 de março de 2012, que originou a Resolução CNE/CP nº 1, de 30 de maio de 2012. Nesse sentido, promove a inserção dos direitos humanos nas atividades de ensino, pesquisa, extensão, gestão acadêmica e convivência institucional, visando à formação de profissionais comprometidos com a dignidade humana, a democracia, a igualdade, a liberdade, a diversidade e a cultura de paz.
As políticas de ensino, pesquisa, pós-graduação e extensão são estruturadas de forma a favorecer a produção do conhecimento, a inovação, a formação continuada, o desenvolvimento regional e a transformação social. A oferta de novos cursos, a atualização dos projetos pedagógicos e a revisão das matrizes curriculares ocorrem de maneira planejada, considerando a missão institucional, os resultados da avaliação institucional, as necessidades da comunidade acadêmica, as exigências legais, as demandas do mundo do trabalho e os desafios da sociedade contemporânea.
Dessa forma, a Instituição reafirma seu compromisso com uma educação superior pautada na qualidade acadêmica, na ética, na responsabilidade social, na inclusão, na acessibilidade, na sustentabilidade, na valorização da diversidade, na promoção dos direitos humanos e na formação de profissionais capazes de contribuir para a construção de uma sociedade mais justa, democrática, plural, sustentável e inclusiva
.
DIMENSÃO 3
Responsabilidade social da instituição.
A AEMS, consciente de sua responsabilidade social e de seu compromisso com a formação cidadã, desenvolve ações institucionais voltadas à inclusão social, à promoção da cidadania, ao acesso à educação superior, à melhoria da qualidade de vida da comunidade e ao fortalecimento do desenvolvimento regional, em consonância com a legislação educacional vigente, com as diretrizes do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior — SINAES e com seu Plano de Desenvolvimento Institucional.
No âmbito do acesso e da permanência estudantil, a Instituição participa de programas governamentais de incentivo à educação superior, como PROUNI, FIES e MS Supera, além de manter convênios com instituições públicas, empresas e organizações da sociedade civil. Essas iniciativas contribuem para ampliar as oportunidades de ingresso, permanência e formação acadêmica de estudantes, especialmente daqueles em situação de maior vulnerabilidade social.
A responsabilidade social da AEMS também se expressa por meio de projetos, campanhas, ações extensionistas e atividades comunitárias realizadas em parceria com diferentes segmentos da sociedade. Entre essas ações, destacam-se as Caravanas da Cidadania, a participação em eventos como Ação Global, Feirão da Saúde e Projeto Menor Aprendiz em Três Lagoas, bem como visitas a bairros e comunidades, nas quais docentes e acadêmicos promovem orientações, atendimentos básicos, atividades educativas, recreativas e de promoção da saúde.
Em atendimento à Resolução CNE/CES nº 7, de 18 de dezembro de 2018, que estabelece as Diretrizes para a Extensão na Educação Superior Brasileira, a AEMS desenvolve projetos de curricularização da extensão em todos os seus cursos de graduação. Essas atividades integram, no mínimo, 10% da carga horária curricular estudantil dos cursos, compondo as respectivas matrizes curriculares e os Projetos Pedagógicos de Curso — PPCs.
Os projetos de curricularização da extensão são planejados de forma articulada ao ensino, à pesquisa e às demandas sociais da comunidade, promovendo a interação dialógica entre a Instituição e a sociedade. Por meio dessas ações, os acadêmicos aplicam os conhecimentos construídos ao longo da formação, sob supervisão docente, contribuindo para a solução de problemas reais, para a promoção da cidadania e para o desenvolvimento humano, social, cultural, econômico e regional.
As atividades extensionistas curricularizadas são desenvolvidas de maneira interdisciplinar e vinculadas às áreas de formação dos cursos, possibilitando ao estudante vivenciar práticas acadêmicas relacionadas à sua futura atuação profissional. Tais projetos são acompanhados, registrados e avaliados institucionalmente, de forma a assegurar sua efetividade, sua vinculação aos objetivos formativos dos cursos e sua contribuição para a transformação social.
A AEMS também disponibiliza atendimentos especializados à comunidade interna e externa por meio de suas Clínicas-Escola e espaços de prática acadêmica, vinculados aos cursos de Fisioterapia, Psicologia, Odontologia, Medicina Veterinária, Nutrição e Terapia Ocupacional. Além disso, conta com a Brinquedoteca do curso de Pedagogia, o Centro Poliesportivo da IES, o Núcleo de Prática Jurídica e o Núcleo de Práticas Contábeis, possibilitando a oferta de serviços, orientações e atividades supervisionadas em benefício da população regional.
Essas ações são realizadas com a participação de discentes, docentes e, quando pertinente, com o acompanhamento de cursos envolvidos em práticas sociais e comunitárias, como o curso de Serviço Social, fortalecendo a formação interdisciplinar, o compromisso ético e a atuação responsável junto à comunidade.
A relevância das ações sociais desenvolvidas pela AEMS foi reconhecida pela Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior — ABMES, por meio da concessão do selo de responsabilidade social, em razão das atividades promovidas em benefício da população da região, dos estudantes, dos docentes e do corpo técnico administrativo.
Além das atividades assistenciais, educativas, comunitárias e dos projetos de curricularização da extensão, a Instituição oferta anualmente diversos cursos de extensão gratuitos, abertos à comunidade acadêmica e ao público externo, promovidos pelos diferentes cursos da IES. Essas ações são divulgadas em seus canais institucionais e contribuem para a democratização do conhecimento, a formação continuada e o fortalecimento do vínculo entre a AEMS e a sociedade.
Dessa forma, a AEMS reafirma seu compromisso institucional com a responsabilidade social, a inclusão, a cidadania, a ética, a formação profissional qualificada, a extensão universitária e o desenvolvimento humano, social e regional, em conformidade com sua missão institucional, seu Plano de Desenvolvimento Institucional, os Projetos Pedagógicos dos Cursos e as legislações vigentes aplicáveis à educação superior.
DIMENSÃO 4
Comunicação com a Sociedade.
A comunicação institucional da AEMS com a comunidade acadêmica e com a sociedade externa tem sido fortalecida por meio de diferentes canais, com destaque para o Portal AEMS na internet, que se consolida como importante instrumento de divulgação, transparência, interação e acesso às informações institucionais.
O portal está organizado de forma a facilitar a navegação e o acesso às informações, contemplando áreas específicas relacionadas à Instituição, aos cursos de graduação e pós-graduação, às atividades de pesquisa, extensão, convênios, ações da Comissão Própria de Avaliação — CPA, semanas acadêmicas, cursos de extensão, serviços acadêmicos e demais atividades acadêmicas e administrativas.
Além disso, o Portal AEMS disponibiliza espaços direcionados a discentes e docentes, favorecendo a comunicação contínua entre os diversos segmentos da comunidade acadêmica. Esses canais contribuem para a circulação de informações, o acompanhamento das atividades institucionais e o fortalecimento da participação da comunidade interna nos processos acadêmicos, administrativos e avaliativos.
A Instituição também utiliza suas redes sociais oficiais, como LinkedIn, Instagram e Facebook, como ferramentas de comunicação, divulgação e aproximação com a comunidade acadêmica e a sociedade em geral. Por meio desses canais, são divulgadas informações sobre cursos, eventos, campanhas institucionais, projetos de extensão, ações comunitárias, atividades acadêmicas, resultados institucionais e demais iniciativas desenvolvidas pela AEMS.
Para tornar a comunicação mais ágil e acessível, a AEMS também disponibiliza atendimento por meio de WhatsApp oficial, possibilitando uma interação mais rápida com discentes, candidatos, egressos, colaboradores e comunidade externa. Esse canal contribui para o esclarecimento de dúvidas, encaminhamento de demandas e melhoria do atendimento institucional, respeitando os princípios da ética, segurança da informação e proteção de dados pessoais.
A Instituição também investe em recursos tecnológicos que ampliam o acesso à informação, à comunicação e à inclusão digital. Para isso, mantém pontos de acesso à internet por meio de rede sem fio, disponibilizados gratuitamente em suas dependências, bem como terminais conectados à internet na biblioteca, destinados ao uso de discentes, docentes, colaboradores e, quando aplicável, da comunidade externa. A AEMS também dispõe de terminais adaptados para atendimento às pessoas com deficiência visual, favorecendo a acessibilidade, a autonomia e a participação desse público nos espaços institucionais.
Outro aspecto relevante da comunicação com a sociedade refere-se à devolutiva das ações desenvolvidas pela Instituição. A AEMS divulga suas atividades acadêmicas, projetos de extensão, ações comunitárias, eventos institucionais e resultados de iniciativas junto à comunidade por meio de diferentes veículos de comunicação, como entrevistas em rádios, participação em programas transmitidos pelo YouTube, publicações em jornais e demais canais de divulgação. Essas ações possibilitam maior aproximação entre a Instituição e a sociedade, dando visibilidade às atividades realizadas e demonstrando o compromisso social da AEMS com o desenvolvimento local e regional.
A comunicação institucional também contempla a devolutiva das melhorias implementadas nos cursos e na própria Instituição, especialmente aquelas decorrentes dos processos de avaliação interna, das ações da Comissão Própria de Avaliação — CPA, das demandas apresentadas pela comunidade acadêmica e das necessidades identificadas nos processos de gestão. Dessa forma, são divulgadas informações sobre melhorias na infraestrutura, atualização de laboratórios, aperfeiçoamento de serviços acadêmicos, aprimoramento dos cursos, ações pedagógicas, qualificação do atendimento e demais avanços institucionais. Essa prática fortalece a transparência, demonstra o compromisso da AEMS com a escuta da comunidade acadêmica e evidencia a utilização dos resultados avaliativos como instrumento de planejamento, tomada de decisão e melhoria contínua.
As ações de comunicação da AEMS buscam atender aos princípios de publicidade, transparência, acessibilidade, inclusão digital, segurança da informação e proteção de dados pessoais, em consonância com a legislação vigente. Dessa forma, a Instituição reafirma seu compromisso com uma comunicação clara, ética, acessível, permanente e socialmente responsável, fortalecendo sua relação com a sociedade e contribuindo para a melhoria contínua de seus processos institucionais.
DIMENSÃO 5
Políticas de Pessoal, Carreira, Aperfeiçoamento e Condições de Trabalho.
A partir da identificação de necessidades relacionadas ao bem-estar, à saúde, ao desenvolvimento profissional e às condições de trabalho de docentes e colaboradores administrativos, a Comissão Própria de Avaliação - CPA indicou à Diretoria a ampliação e o fortalecimento das ações institucionais voltadas à valorização dos colaboradores.
Nesse sentido, a Instituição disponibiliza aos docentes, colaboradores administrativos e seus familiares, conforme normas internas, disponibilidade de agenda e regulamentos específicos de cada serviço, acesso aos atendimentos realizados pelas Clínicas-Escola de Nutrição, Psicologia, Fisioterapia, Odontologia, Medicina Veterinária e Terapia Ocupacional. Também são disponibilizados atendimentos e serviços por meio do Núcleo de Prática Jurídica, do Núcleo de Práticas Contábeis e do Centro Poliesportivo, os quais também são ofertados à comunidade externa.
Além dessas ações, a Instituição oferece atendimento psicopedagógico aos docentes e disponibiliza atendimento psicológico aos colaboradores administrativos, realizado por profissional psicóloga, como forma de acolhimento, orientação e promoção da saúde mental no ambiente institucional.
No âmbito das políticas de pessoal, a Instituição mantém planos de carreira específicos para os diferentes segmentos profissionais, contemplando critérios de desenvolvimento, valorização e progressão funcional. A Diretoria Acadêmica também promove programas de aperfeiçoamento técnico, pedagógico e profissional, em consonância com as políticas previstas no Projeto Pedagógico Institucional — PPI.
Quanto à segurança, à saúde e à prevenção de riscos no trabalho, a Comissão Interna de Prevenção de Acidentes e de Assédio — CIPA atua na divulgação de orientações voltadas à prevenção de acidentes, doenças ocupacionais, assédio e demais situações que possam comprometer a integridade física, emocional e psicossocial dos trabalhadores.
Em atendimento à Norma Regulamentadora nº 1 — NR-1, especialmente no que se refere ao Gerenciamento de Riscos Ocupacionais — GRO e ao Programa de Gerenciamento de Riscos — PGR, a Instituição busca observar a identificação, a avaliação e a prevenção dos riscos ocupacionais, incluindo os fatores de risco psicossociais relacionados ao trabalho, em articulação com as demais normas regulamentadoras aplicáveis.
As ações institucionais voltadas à segurança, à saúde e à melhoria das condições de trabalho são desenvolvidas de forma articulada às Normas Regulamentadoras aplicáveis, especialmente à NR-1, à NR-5 e à NR-17, considerando o gerenciamento de riscos ocupacionais, a atuação da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes e de Assédio — CIPA, a ergonomia, a organização do trabalho e a prevenção de fatores de risco psicossociais, assédio, adoecimento e demais situações que possam comprometer a integridade física, emocional e psicossocial dos trabalhadores.
A Instituição também disponibiliza canais institucionais para o encaminhamento de manifestações, sugestões, reclamações e denúncias, assegurando o tratamento responsável das informações recebidas.
As manifestações podem ser realizadas de forma identificada ou anônima. O sigilo e a confidencialidade das informações são assegurados, e as denúncias são tratadas com seriedade, responsabilidade e respeito aos procedimentos institucionais estabelecidos, observando-se a proteção dos envolvidos e a legislação vigente aplicável.
DIMENSÃO 6
Organização e Gestão da Instituição.
A Comissão Própria de Avaliação - CPA, em consonância com as diretrizes do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior - SINAES, acompanha os processos relacionados à organização e à gestão da Instituição, especialmente no que se refere ao funcionamento dos órgãos colegiados, à representatividade dos segmentos da comunidade acadêmica e à participação nos processos decisórios institucionais.
Nesse contexto, a CPA tem acesso aos registros e às atas dos principais colegiados da Instituição, tais como o Conselho Superior, o Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão, os Conselhos de Curso e os Núcleos Docentes Estruturantes. Esses documentos constituem importantes fontes de evidências para o acompanhamento das deliberações institucionais, das ações acadêmico dministrativas e da efetividade da gestão participativa.
Além do acesso documental, integrantes da CPA participam, quando pertinente, de reuniões desses colegiados, respeitadas as atribuições específicas de cada órgão e a autonomia da Comissão. Nessas ocasiões, são divulgadas informações referentes aos processos de autoavaliação institucional, bem como coletadas demandas, sugestões e evidências que contribuem para o aprimoramento da gestão acadêmica e administrativa.
Essa articulação fortalece a transparência institucional, a comunicação interna, a participação da comunidade acadêmica e a utilização dos resultados da autoavaliação como subsídio para o planejamento, a tomada de decisões e a melhoria contínua da Instituição.
DIMENSÃO 7
Infra-estrutura e recursos de apoio.
Os resultados dos questionários aplicados aos discentes, docentes e colaboradores administrativos permitem identificar o grau de satisfação da comunidade acadêmica em relação à infraestrutura física e aos recursos de apoio disponibilizados pela Instituição.
São avaliados aspectos referentes ao acervo da biblioteca, aos recursos de tecnologia da informação e comunicação, ao funcionamento dos laboratórios, às condições das salas de aula, aos espaços de convivência e lazer, às dependências administrativas, aos auditórios e demais ambientes institucionais.
As informações obtidas por meio do processo de autoavaliação institucional são sistematizadas e encaminhadas à Diretoria Geral, que, em consonância com a Mantenedora e com o Plano de Desenvolvimento Institucional, analisa as demandas apresentadas e define as ações necessárias para melhoria contínua da infraestrutura, observadas as legislações vigentes, as normas de acessibilidade, segurança, conservação, sustentabilidade e funcionamento dos espaços educacionais.
Com o objetivo de atender às necessidades identificadas, a Instituição mantém equipe permanente responsável pela instalação, conservação e manutenção de equipamentos, mobiliários e materiais em suas dependências, contribuindo para a qualidade dos ambientes acadêmicos e administrativos.
Também foi implantado um sistema de comunicação visual e sinalização institucional, com a finalidade de facilitar a localização dos prédios, salas, setores e demais dependências da IES, favorecendo a orientação da comunidade acadêmica e dos visitantes.
Entre as melhorias decorrentes do processo de autoavaliação institucional, destacam-se a instalação de equipamentos de climatização nas salas de aula, a implantação de cobertura na entrada do prédio, a instalação de catracas com reconhecimento facial para controle de acesso e segurança institucional, bem como a implantação de placas solares, contribuindo para a sustentabilidade e a eficiência energética da Instituição.
A utilização de sistemas de reconhecimento facial deve observar a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais — LGPD, especialmente por envolver o tratamento de dados biométricos, considerados dados pessoais sensíveis. Nesse sentido, a Instituição deve assegurar finalidade legítima, específica e informada para o tratamento dos dados, definição da base legal aplicável, transparência aos titulares, minimização dos dados coletados, adoção de medidas de segurança da informação, controle de acesso, definição de prazos de retenção e critérios para descarte seguro das informações.
Além disso, recomenda-se que a Instituição mantenha política ou aviso de privacidade específico, registro das operações de tratamento, indicação clara da finalidade do uso do reconhecimento facial e, quando aplicável, Relatório de Impacto à Proteção de Dados Pessoais — RIPD, especialmente nos casos em que o tratamento possa gerar riscos relevantes aos direitos e às liberdades dos titulares. Tais medidas reforçam a conformidade com a legislação vigente, a proteção da privacidade, a segurança institucional e a responsabilidade no tratamento de dados pessoais.
Na área de convivência, foram realizadas melhorias voltadas ao bem-estar da comunidade acadêmica, incluindo a disponibilização de micro-ondas para uso dos discentes, docentes e colaboradores administrativos, favorecendo melhores condições de permanência, integração e convivência no ambiente institucional.
Essas ações demonstram o compromisso da Instituição com a qualificação contínua dos espaços físicos, a segurança, a acessibilidade, a sustentabilidade, o bem-estar da comunidade acadêmica e a melhoria das condições de ensino, aprendizagem, trabalho e convivência.
DIMENSÃO 8
Planejamento da avaliação.
A Instituição compreende a autoavaliação como um instrumento essencial para o aprimoramento contínuo da gestão acadêmica e administrativa, em consonância com as diretrizes do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior — SINAES e com a legislação vigente.
Anualmente, os instrumentos de autoavaliação institucional são revisados e aperfeiçoados, com o objetivo de coletar informações cada vez mais precisas, fidedignas e representativas junto à comunidade acadêmica. Esse processo contribui para a identificação de potencialidades, fragilidades e oportunidades de melhoria, subsidiando o planejamento institucional e a tomada de decisões.
Os resultados da autoavaliação são analisados pela Comissão Própria de Avaliação — CPA e utilizados como referência para o desenvolvimento de ações voltadas à melhoria da qualidade do ensino, da gestão, da infraestrutura e dos serviços oferecidos pela Instituição.
Além disso, a CPA realiza o acompanhamento dos processos de avaliações internas e externas, incluindo os instrumentos oficiais do Ministério da Educação e do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira — Inep, especialmente aqueles vinculados ao Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior — SINAES, como o ENADE, os relatórios de avaliação externa, os conceitos institucionais e de curso, bem como demais indicadores oficiais relacionados à educação superior.
Quando aplicável aos cursos de licenciatura, a Instituição também poderá considerar os resultados e informações decorrentes da Prova Nacional Docente — PND como subsídio complementar para reflexão sobre a formação docente, observada sua finalidade específica de apoiar a avaliação da formação de concluintes das licenciaturas e subsidiar processos seletivos para ingresso na carreira docente da educação básica pública. Ressalta-se que a PND não se confunde com os processos de avaliação institucional da IES no âmbito do SINAES, devendo ser compreendida como instrumento nacional relacionado à formação e à seleção de professores.
Após a sistematização e análise dos dados, a Comissão encaminha devolutivas aos departamentos, coordenações de curso e setores correspondentes, para que os resultados sejam avaliados, discutidos e utilizados como subsídio ao planejamento, à tomada de decisões e ao aprimoramento da gestão acadêmica e administrativa.
Dessa forma, recomenda-se que discentes, docentes e colaboradores acompanhem os resultados da autoavaliação institucional e das avaliações oficiais por meio dos canais oficiais da Instituição, bem como busquem informações junto à Coordenação de Curso e à CPA, fortalecendo a participação da comunidade acadêmica no processo avaliativo e contribuindo para a melhoria contínua da Instituição.
DIMENSÃO 9
Políticas de Atendimento aos Estudantes.
A Instituição de Ensino Superior, atenta às demandas acadêmicas, pedagógicas, psicossociais e administrativas apresentadas pelo corpo discente, mantém políticas de atendimento voltadas à permanência, ao acolhimento, à inclusão, ao desenvolvimento acadêmico e à melhoria do processo de ensino aprendizagem.
Nesse contexto, a Comissão Própria de Avaliação - CPA, a partir dos resultados da autoavaliação institucional e das necessidades identificadas junto à comunidade acadêmica, indicou a ampliação das ações de apoio aos estudantes, especialmente por meio da oferta de atendimento psicopedagógico e de atividades de nivelamento. Essas ações foram implementadas pela IES e encontram-se previstas nos documentos institucionais, contribuindo para a melhor adaptação dos acadêmicos à vida universitária, para o fortalecimento da aprendizagem e para a redução de dificuldades acadêmicas.
Além dos atendimentos presenciais realizados nas dependências da Instituição, a IES passou a disponibilizar diferentes canais de atendimento on-line, favorecendo maior acessibilidade, agilidade e aproximação com os estudantes. Permanecem também os atendimentos presenciais destinados às demandas acadêmicas, administrativas e financeiras, garantindo orientação e suporte aos discentes conforme suas necessidades.
A Instituição oferece, ainda, serviços de apoio e atendimento à comunidade acadêmica e à sociedade por meio de seus espaços formativos, tais como as Clínicas Escola de Psicologia, Nutrição, Fisioterapia, Odontologia, Medicina Veterinária e Terapia Ocupacional, além do Centro Poliesportivo, do Núcleo de Práticas Contábeis e do Núcleo de Prática Jurídica. Tais espaços contribuem para a formação prática dos estudantes, para a integração entre ensino, pesquisa e extensão e para o atendimento qualificado à comunidade.
No âmbito da formação acadêmica e científica, a IES incentiva a participação dos estudantes em encontros, jornadas, seminários, congressos científicos e demais eventos acadêmicos.
Também disponibiliza revistas institucionais destinadas à divulgação da produção científica de discentes e docentes, fortalecendo a cultura da pesquisa, da iniciação científica e da socialização do conhecimento.
A Instituição estimula, ainda, a participação dos estudantes em atividades complementares, ações sociais, projetos de extensão, cursos, oficinas e demais iniciativas acadêmicas que ampliem a formação profissional, cidadã e humanística. Dessa forma, as políticas de atendimento aos estudantes buscam assegurar condições favoráveis ao ingresso, à permanência, ao desenvolvimento acadêmico e à conclusão dos cursos, em consonância com a legislação educacional vigente, com os instrumentos de avaliação institucional e com os compromissos assumidos pela IES em seus documentos institucionais.
DIMENSÃO 10
Sustentabilidade Financeira da Instituição.
As Faculdades Integradas de Três Lagoas — AEMS vêm apresentando, nos últimos anos, um processo contínuo de desenvolvimento institucional, evidenciado pela ampliação de sua estrutura física, pelo fortalecimento de seus quadros docente e técnico-administrativo, pela abertura de novos cursos e pela implementação de melhorias acadêmicas, administrativas e tecnológicas.
A sustentabilidade financeira da Instituição está articulada ao planejamento orçamentário e à compatibilidade entre as metas previstas no Plano de Desenvolvimento Institucional — PDI e os recursos necessários à sua execução. Dessa forma, a gestão institucional busca assegurar condições financeiras adequadas para a manutenção da infraestrutura física e tecnológica, atualização de laboratórios, conservação dos espaços acadêmicos, investimentos em recursos didático-pedagógicos, qualificação dos serviços institucionais e continuidade das ações de ensino, pesquisa, extensão e responsabilidade social.
O planejamento financeiro também considera a necessidade de garantir a qualidade acadêmica, a regularidade das atividades institucionais, a manutenção dos compromissos assumidos com a comunidade acadêmica e a viabilidade das ações previstas nos documentos institucionais. Nesse sentido, a Instituição procura alinhar suas decisões administrativas e orçamentárias às demandas identificadas nos processos de autoavaliação institucional, às necessidades dos cursos, às exigências legais e regulatórias e aos objetivos estratégicos definidos em seu PDI.
Além disso, os investimentos realizados em infraestrutura, tecnologia, acessibilidade, sustentabilidade, segurança, apoio acadêmico e melhoria dos ambientes de ensino e aprendizagem demonstram o compromisso da AEMS com a gestão responsável dos recursos e com a continuidade de suas políticas institucionais. Tais ações contribuem para a sustentabilidade das atividades acadêmicas, para o fortalecimento da qualidade educacional e para a consolidação da missão institucional.
Dessa forma, a sustentabilidade financeira da AEMS evidencia a capacidade da Instituição de planejar, executar e acompanhar suas ações de maneira responsável, assegurando condições compatíveis com a oferta de educação superior de qualidade, com a manutenção de sua infraestrutura, com o desenvolvimento acadêmico e com a continuidade das ações de ensino, pesquisa, extensão e responsabilidade social, em consonância com as diretrizes do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior — SINAES.
CONSULTE OS RESULTADOS
RELATÓRIOS
Com o objetivo de dar total transparência aos dados coletados pelos questionários da CPA. A Comissão divulga a toda a comunidade acadêmica seus relatórios finais e parciais.
Para ter acesso, basta selecionar o ano e o relatório desejado.



